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sábado, 1 de maio de 2010

E ficamos sentados lá, como se o tempo fosse passar mais devagar, com nossas mãos entrelaçadas ao contraio, e seu braço sob minhas costas, me dando apoio pra dormir.
Me senti tão perdida nos seus braços, e me senti tão confortável conversando com você, e sempre com nossos assuntos polêmicos que nunca acabam, e como sabemos disso, o silêncio fala por nós bem no final da conversa.
A culpa foi do silêncio, claro.
A gente nem se olhava muito pra conversar, lembra? Parecia que estávamos olhando um pro olho do outro sem precisar fazer isso. Foi tão bom.
No silêncio, me atrevi. Naquela sonoridade ilusiva que estava martelando nos nossos ouvidos, eu me atrevi:
- Eu te amo, sabia?
- Oi?
- Eu amo você... Muito!
- É, eu também te amo, muito!
Queríamos poder ser mais óbvios que um mero silêncio. Naquele momento, com as suas mãos nas minhas, até os carinhos das nossas mãos, declaravam isso.
E declaravam com força. Mais força do que toda aquela sonoridade ilusiva.

// É tão óbvio quando se ama alguém. Existem várias borboletas em seu estômago, e você ainda se pergunta, se isso é real. Mas, pode ter certeza, é real. Mesmo você não acreditando (nem eu acreditei), mas é real. E todo esse medo que as borboletas te proporcionam, não precisa estragar o momento. O seu momento!

3 Comentário(s):

Ana Agarriberri disse...

Lindo. Bem verdade. Beeejo, bom findi pra vc. :)

O Leão da Montanha disse...

É real, o amor é um dos maiores sentimentos da humanidade. Ele pode ser pelo próximo ou por alguém em especial.


Beijos e fique com Deus

Monnie disse...

ai que liindo... de se apaixonaar *-*