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terça-feira, 25 de maio de 2010

As vezes eu tenho uma leve e constrangedora impressão de que tudo o que eu amo desaparece, depois de um tempo, eu acho que sou eu mesma que fujo disso.
Não sei, o medo as vezes de amar uma coisa que possa não durar e sair machucada depois... Deve ser isso mesmo.
Mais ele me disse:
- Viva assim, que você não vai chegar muito longe.
E foi embora, sem me dar ao menos um abraço. Se ele ao menos soubesse o quanto eu gosto de abraços, e o quanto eu o amava, não ia ter ido embora assim. Não foi nem o fato do que ele disse, e sim da partida dele em si.
Foi o fim.
Mais um coisa que eu amava desapareceu em mim.
É assim mesmo, quando essas coisas se vão nem as palavras que eu tenho dentro de mim, conseguem sair.

// Durante os bombardeios, ela sacudia as palavras para manter todos mais calmos. - mais nenhuma saía, e nem ela se acalmava -

3 Comentário(s):

Marcos Aquino disse...

Pelo menos houve siceridade.. Bjos

Lury Sampaio disse...

" Não sei, o medo as vezes de amar uma coisa que possa não durar e sair machucada depois... Deve ser isso mesmo. "
Me identifiquei plenamente.
Amei aqui.

lury sampaio disse...

Fico feliz que gostou do meu blog e que alguma coisa nele pode dá animo na vida de alguém hehe
lhe seguindo! virei sempre aqui.
beeijos.