quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
[...] E em cada estação em que não puder estar, levo essa saudade enquanto não posso te levar. E no fim desse sufoco, espero contar com a sorte, se ela existe; que só a morte possa nos separar.
Palavras travadas na mente de Iris Isis Exatamente em 12/21/2011 07:08:00 PM 0 Comentário(s)
sábado, 17 de dezembro de 2011
Eu tenho uma porção de coisas pra te dizer; dessas coisas assim que não se dizem costumeiramente. Sabe? Dessas coisas tão difíceis de serem ditas e que geralmente ficam caladas: Porque nunca se sabe como serão ditas, nem como serão ouvidas.
Palavras travadas na mente de Iris Isis Exatamente em 12/17/2011 07:45:00 AM 0 Comentário(s)
sábado, 26 de novembro de 2011
Tenho medo de perder as coisas que andam me fazendo bem.
Só que dessa vez não vou fechar as mãos com força, e apertar a areia do mar fria, pra que ela fique e não vaze de minhas mãos quentes.
Nem abrirei as mãos pra que ela se vá, e minhas mãos voltem a ser frias.
Vou deixar os dedos entreabertos e dobra-los um pouco. Mas, só um pouco mesmo. Pra que a areia se sinta livre, pra fazer o que bem entender.
Não vou segurar, nem soltar.
Se a felicidade decidir ir embora, que vá.
Se decidir ficar, que fique.
/Será bem-vinda.
Palavras travadas na mente de Iris Isis Exatamente em 11/26/2011 08:54:00 PM 2 Comentário(s)
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Ainda consigo respirar [...] Mesmo sendo tão difícil ultimamente.
Tudo está tão difícil, mas eu não estou me sentindo mal. Como eu disse... Ainda dá pra respirar.
Tristeza pra mim, é o sobrenome da dor. E a saudade, por uns dias, ela começa a odiar o amor.
Depois passa.
Tudo passa depois de um tempo [...] O que não passa é a dor.
Só ela.
Dor latente do infinito.
E vai indo. E vindo.
Assim como o tempo, que vem e vai. Envelhece. Como eu. Mas eu? Eu envelheço fora do tempo. E dentro dele.
E quem sabe ainda sobra tempo pra sonhar.
Pra viver.
Pra chorar.
Pra sobreviver.
Palavras travadas na mente de Iris Isis Exatamente em 11/24/2011 01:54:00 PM 1 Comentário(s)
sábado, 12 de novembro de 2011
A gente se fere. A poesia se fere.
Ela se fere tão funda e friamente que chega até doer na gente, quando encasquetamos de ler. Ler com a alma.
Ah, essa poesia [...] Leve e triste poesia. Ela nem sente as vezes. Nem sente a dor, nem a frieza. Deve ser pelo tempo que ela tem de vida [...]
O tempo envelhece, envelhece sozinho, coitado! Mas, só ele vê as verdades que andamos mentindo [...]
É. Nem sei como sei essas coisas. Mas, quem disse que o vento não fala?
Palavras travadas na mente de Iris Isis Exatamente em 11/12/2011 08:34:00 AM 2 Comentário(s)
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Todos os dias ela tentava tragar a vida do jeito mais seco de todos.
E até hoje, vê a fumaça dos sonhos dela escapando pela sua boca, junto com as coisas que ela mais deseja em ter.
De vez em sempre, vê alguém que até pensa em se apaixonar; vasculha memórias que não consegue esquecer, dai desiste, por medo de sofrer e mais pra frente ver esse alguém se tornando fumaça e indo embora, assim como todos os sonhos que já teve.
/E não consegue fazer nada pra mudar isso.
Palavras travadas na mente de Iris Isis Exatamente em 10/07/2011 09:22:00 AM 0 Comentário(s)
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